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Percorrer o Roteiros Caminhos da Corte e visitar as cidades históricas do Vale Histórico é conhecer as nossas antigas fazendas, artesanato, gastronomia de influência indígena, africana, e ibérica, cachoeiras, bosques e rica fauna e flora do sistema Mata Atlântica.
Festas populares e religiosas, folclore, pracinhas e contadores de "causos", edifícios históricos, museus, bibliotecas, chafarizes e tudo isto caminhando por ruas tranquilas, um exercício de paz e riqueza cultural.
Caminhos da Corte motiva estas visitas pois os turistas estarão seguindo a trilha da independência, encontrando marcas da passagem de D. Pedro na saga da Independência do Brasil. Seguir da trilha é amar o nosso País, seu povo e a história.
Nossos monumentos, nossa gente, heróicos e anôminos tropeiros, noites estreladas, artistas e músicos farão as festas e os sabores. Venham todos, braços abertos os esperam.
Surgiu de um antigo povoado dos tempos das lavouras de café, depois passou a categoria de vila e em 30 de novembro de 1944 passou a distrito de Bananal e recebeu o nome de Arapeí.
O povoado foi fundado pelo capitão-mor Manoel da Silva Reis, permanecendo como distrito de Bananal até 1991, quando se emancipou.
Areias localiza-se no fundo do Vale do Paraíba, ao longo da estrada dos Tropeiros, entre Silveiras e São José do Barreiro. Em pleno século XVIII era uma modesta pousada de tropeiros que, vindos de Minas Gerais e São Paulo, estavam a caminho do Rio de Janeiro.
A região era habitada pelos índios Puris que, nessa época, enfrentavam constantes conflitos, fossem contra a tribo dos Botocudos, ou contra os desbravadores.
O caminho novo aberto por ordem de Rodrigo César de Menezes, em 1725, visava ligar a região das minas de ouro com o Rio de Janeiro, desde Guaratinguetá até São João Marcos e deste para os campos de Santa Cruz.
Ao longo do caminho foram doadas sesmarias e surgiram vários pousos que deram início a núcleos de núcleo de povoamento.
Em 12 de dezembro de 1801, o então Governador da Capitania de São Paulo, Antônio Manoel de Mello Castro e Mendonça, concedeu terras para constituição de uma aldeia destinada aos índios puris – que ocupavam uma área entre o Vale do Paraíba e os contrafortes da Mantiqueira – a fim de reconhecer e incentivar o trabalho de catequese realizado na região.
A aldeia se formou ao redor de uma capela construída em louvor a das Chagas Lima e pelo diretor local, Januário Nunes da Silva.
Situado no caminho entre as montanhas mineiras e o porto de Mambucaba, o atual município de São José do Barreiro originou-se de um arraial fundado pelo coronel João Ferreira de Souza.
Por volta de 1820, foi construída uma capela em louvor de São José, que recebeu um nome a mais, do Barreiro, em função de um atoleiro que ficava próximo do lugarejo.
Com a vinda de artesãos que chegaram a Silveiras no final dos anos 70, teve início um processo de produção de artesanato junto à população local, que com o passar do tempo trouxe uma nova imagem para a pequena cidade, conhecida hoje como Portal do Vale Histórico.